quinta-feira, 16 de abril de 2009

quanto é a língua, moço?

Eu posso não ter ainda tanto dinheiro quanto gostaria de ter, mas há uma coisa que eu sempre consigo pagar: a língua.

Lembram que eu fiz um post zoando a Lilly Allen e o novo álbum dela, “super intimista”? E não é que eu gostei da musiquinha da mulher? Gostei até de partes da letra! Escuta aqui. Mas continuo achando musiquinha lalalala.

Não para por aí a pagação de língua, não. Segundo a Folha de São Paulo, agora é moda neguim regravar “Womanizer”, da Britney Spears (será o apocalipse?). E não é que eu também gostei da regravação que a Lilly Allen, de novo, fez da música? Socorro, não ando bem! Pior ainda é que o Franz Ferdinand, que eu amo, também regravou – e ficou horríííível!

Enfim, pura bobagem.


P.S.: Mas pra me fazer de firme, pelo menos quanto à Lilly Allen, posso até ter gostado da música, mas continuo não engolindo esse papinho de “música inspirada nas experiências e tal...”. $ei.
P.S.2: Já pensaram se fizermos músicas inspiradas em nossas experiências? E se forem cantadas por mim, então? Aí, sim, será o apocalipse.
s

4 comentários:

Fermando disse...

É, eu tb gostei desse novo álbum de Lilly Alen, não é a melhor coisa do mundo, mas prefiro ela do que Duffy, Kate Perry e genéricos...

Sarah disse...

acho chata, chatola.

Tina disse...

Ouvi falar de Lilly Allen até ontem só por causa de "Smile". E como "Smile" não me empolgou, deixei a cantora de lado. Aí me apresentaram "He Wasn't There". O ruído proposital de vinil que a música traz (é essa a idéia, espero) é bacana. A música é bonitinha. Mas é isso. Não digo que é ruim, mas a música é apenas bonitinha.

Humberto disse...

fernando, também não acho que a Buffy é isso tudo que gostam de falar, não. O que ela canta além de "Mercy"? (daqui a pouco eu pago língua de novo)

Sarah, adoro seu jeito direto de ser, rs.

E Tininha, que honra vc por aqui, acho que ela fica só no música bonitinha mesmo. Não dá pra esperar mais que isso, não.

Abrazos pra todos!